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DC Universe - Crisis in Earth-X Destaque

el  quinta, 25 janeiro 2018 17:30 Escrito por 
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The CW teve o seu grande momento televisivo de 2017.

 

Quando a CW adquiriu os direitos de “Supergirl”, o crossover a quatro séries tornou-se uma possibilidade demasiado boa. Ainda que SuperGirl esteja num universo separado por terem usado essa desculpa para o primeiro encontro de Barry Allen e Kara Danvers quando eram canais diferentes, isso foi uma mais-valia. A terem Kara teriam também Kal-El na nossa Terra e teria sido complicado mantê-lo escondido todo este tempo em que Arrow, Flash e as Lendas eram a única e derradeira hipótese da humanidade. Quando em 2016 fizeram o super-crossover, na verdade Supergirl teve apenas uns cameos do que viria nas outras três séries. Em 2017 iam ter algo épico, completamente merecedor de quatro episódios inteiros. Indo por partes:

Supergirl – Mon-El voltou do futuro e revelou que tinha superado a paixão por Kara. A sua missão agora é salvar a Terra do futuro com a Legion of Super-Heroes e tem um novo amor. Também Alex está a sofrer de amores impossíveis e a viagem a outro universo é uma catarse para as irmãs Danvers.

The Flash – Apesar da ameaça Devoe que paira, o ponto alto da narrativa é o casamento West-Allen. É esse evento que reúne todos os heróis.

Arrow – mas ainda alguém acompanha a série?

Legends of Tomorrow – A equipa está em mudanças e esta temporada tem uma série de episódios loucos e algo desconexos que revelam uma quase indiferença pelo que foi feito antes. Isso é bom sinal pois a segunda temporada foi muito fraca e se a terceira não mudasse de tom depressa, seria cancelada. Com esta inclinação pelo humor (de ArubaCon até Beebo God of War) e algumas mudanças na equipa causadas por este episódio e outras que aí virão, a equipa e a série ganham um muito necessitado novo fôlego num registo completamente diferente.

Os nossos heróis estão reunidos para a boda e eis que surge um super-exército invasor. O que pode ser pior do que os alienígenas manipuladores do cérebro do ano anterior? Que tal um planeta nazi? A Terra-X é aquele lugar onde a pior hipótese de realidade se concretizou. À semelhança de outra série contemporânea de elevado sucesso (“The Man in the High Castle” baseada em Philip K. Dick) a DC tinha a sua própria realidade negra à espera de aparecerna televisão. E devido aos acontecimentos nos EUA, 2017 era o ano ideal para marcar essa linha clara entre bem e mal e alguém dizer em alta voz “esmurrar um nazi sabe ainda melhor do que eu imaginava”.

Com um elenco ímpar de estrelas que foi buscar o melhor de cada série (como não adorar Cat Grant?) e alinhou as narrativas de forma exemplar com a identidade da série e o conteúdo do episódio (tal como no crossover musical do ano passado), o único problema continua a ser de contratos. Isto de retirarem o Kid Flash e os novos membros das Legends só porque a outra série está fora do contrato, fica sempre muito estranho. Tirando isso, foram episódios emocionantes, com muitas reviravoltas, muitas emoções, algumas relações surpreendentes e vilões que dão vontade de esmurrar. Que mais se poderia pedir? E o cliffhanger entre terceiro e quarto episódio é grandioso. Mesmo concentrando em dois dias, foi o ponto alto da semana e olhando meses em volta, nenhuma outra série conseguiu ter tal impacto. É pena que não sejam séries de maior mediatismo porque deram o seu melhor para termos quatro episódios consecutivos que serão talvez o melhor de cada série para estas temporadas.

Ler 1365 vezes Modificado em quinta, 25 janeiro 2018 17:35

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