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FilmPuff

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O dia da Retribuição.

quinta, 06 setembro 2018 11:40

É Natal. Os subúrbios estão decorados com renas, elfos e néons, enquanto se aguarda a chegada do Pai Natal. A paisagem está enfeitada de neve e o ar ecoa canções corais de Natal e do Grande Bing Crosby. Na televisão, com a pontualidade de um relógio, passam os filmes de todas as épocas natalícias anteriores e que ninguém consegue enjoar.

segunda, 23 outubro 2017 19:20

 



sexta, 07 outubro 2016 14:30
segunda, 12 setembro 2016 22:40

Por entre os devaneios retro de um Turbo Kid, a loucura sem limites de Yakuza Apocalipse ou os nervos contidos de The Invitation seria fácil “The Shrew’s Nest” (que teve uma presença discreta no Cinefiesta de 2014), passar despercebido na 9.ª Edição do MOTELx. Seria… mas não foi.

domingo, 20 setembro 2015 20:30

De há uns anos a esta parte a recepção aos filmes de terror tailandeses tem esmorecido. Outrora criativo e arrojado, realizadores e argumentistas parecem agora contentar-se com estórias batidas até à exaustão. No entanto, ainda podem ser encontradas algumas excepções em Banjong Pisanthanakun (“Alone” 2007; “Pee Mak” 2013) e Sophon Sakdapisit que estreou o filme anterior “Laddaland” na Edição do MOTELx de 2012 e agora retorna com este “The Swimmers”.

 

quinta, 17 setembro 2015 00:00
A célebre frase de Einstein sobre o Homem e o Universo: “Apenas duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana, e eu não tenho a certeza acerca do primeiro”, podia ser proferida acerca do pecado da vaidade. Quão vaidoso pode o Homem ser para pensar que a materialização da ideia de inteligência artificial é controlável? O Homem nunca foi ser para se deixar confinar à biologia e ao espaço em que se encontra. Porquê esperar que as regras não se apliquem a todos os outros?
segunda, 25 maio 2015 09:40

Quase três horas de explosões monstruosas, sucessivos desfiles de carros desportivos, raparigas que parecem saídas de um catálogo de lingerie e robots dignos de proporcionar um prazer orgásmico ao menos ávido dos coleccionadores é o que tem para nos oferecer a mais recente prova do exibicionismo de Michael Bay.

quarta, 25 junho 2014 20:18

Imaginem uma espiral, uma que nunca mais acaba, num movimento continuo. Eterna. Passado algum tempo chegamos à conclusão que nada vai mudar. É sempre o mesmo nada. Pronto. “Rasen” é isto, quase sem variação que justifique o facto de ser a sequela de “Ringu”, o filme que arrepiou pessoas por esse mundo fora e as fez ter medo de raparigas com cabelos compridos de cor azeviche, sobretudo se, se chamarem Sadako.

domingo, 01 julho 2012 00:00

Sadako. Desde o primeiro filme, há 14 anos, que este nome é sinónimo de morte. O seu perfil não apresenta uma única característica redentora. Quando muito, o longo vestido branco significando pureza, parece deslocado e só contribui para aumentar a sensação de desconforto e desconcerto. A única característica que poderia talvez suavizar o facto de Sadako ser um espírito vingativo é um passado trágico. Eis que, três filmes depois e, 30 anos antes do início da maldição é-nos apresentada uma Sadako (Yukie Nakama) jovem, aspirante a actriz que pretende deixar para trás os traumas de criança. Ela é a “Sadako” que conhecemos desde o primeiro momento, vestido roupas que escondem conscientemente as formas femininas, a imagem de marca do cabelo a cobrir o rosto (belo, já agora), uma postura corporal de um ser indefeso e uma timidez penosa. A sua introversão e afectação leva a que seja considerada uma estranha pela equipa da companhia de teatro e a vítima ideal dos rufias.

sábado, 30 junho 2012 01:00

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