Crítica a "Evil Dead"
Apesar de naturalmente envelhecido e ultrapassado (especialmente no que toca aos efeitos visuais), “The Evil Dead” continua a ser um dos filmes que mais me aterroriza sempre que o vejo de novo, causando-me calafrios pela noite dentro. Se fecharmos os olhos a algumas falhas relacionadas com limitações técnicas da era pré-digital e restrições orçamentais, “The Evil Dead” é ainda hoje um dos maiores arquétipos do cinema de terror, não deixando ninguém indiferente (mesmo os que o odeiam). Foi então com um misto de alegria e desconfiança que recebi a notícia de que estavam a planear fazer um remake do velhinho clássico de Raimi. |
Crítica a Iron Man 3
The Avengers foi o maior blockbuster de 2012, tendo batido inúmeros records de bilheteira e de visualizações. Depois deste mega ensemble de super-heróis da Marvel, a fasquia estava bastante elevada. Tendo a 1ª Fase Marvel iniciado com Iron Man (passando por The Incredible Hulk, Iron Man 2, Thor e Capitain America) não haveria melhor forma de continuar esta 2ª Fase (não esquecendo nem pondo de parte The Amazing Spider-Man) com igual super-herói de sucesso.
Crítica a "Oblivion"
Joseph Kosinski era praticamente um desconhecido antes de assumir as rédeas da realização em “TRON: Legacy”, a sequela do clássico de 1982 com Jeff Bridges no papel principal. Essa sequela, porém, granjeou-lhe um certo respeito no seio de Hollywood. Pois, muito embora “TRON: Legacy” tenha ficado longe de convencer tudo e todos, a verdade é que se afirmou como uma experiência cinematográfica de encher o olho, onde a narrativa fluía com naturalidade por entre efeitos visuais verdadeiramente avassaladores e uma banda-sonora bastante cativante. Crítica a "Carrie" (1976)
O cinema tem duas Carries muito populares. Como é óbvio que neste espaço não se fala de “Sex and the City” ou do spin off “The Carrie Diaries”. este artigo será sobre Carrie White.
Crítica a "Oz, the Great and Powerful"
Sam Raimi é mais conhecido pelo seu lado negro do que pelo seu lado Disney. Quando pensamos em Raimi na sua melhor forma, pensamos instantaneamente em filmes sangrentos e tresloucados como “The Evil Dead” ou “Drag Me To Hell”. Todavia, a trilogia “Spider-Man” com Tobey Maguire e Kirsten Dunst nos principais papéis veio comprovar que Raimi possuía também um lado soft, um lado mais brando e universalmente aceite. De modo que já não estranhamos muito quando vemos o seu nome associado aos estúdios Disney e ao universo “Wizard of Oz”. |

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